No Dia do Autor Português partilhamos a atividade desenvolvida pelas BE do agrupamento de escolas Ruy Belo
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sexta-feira, 22 de maio de 2020
sexta-feira, 6 de março de 2020
terça-feira, 16 de abril de 2019
Maria Alberta Menéres
Faleceu, a 15 de abril de 2019, Maria Alberta Menéres
"Marcou leitores de todas as idades".
Nascida a 25 de agosto de 1930, em Vila Nova da Gaia, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Foi um nome incontornável da literatura infantil e das iniciativas de promoção de leitura nos mais jovens. É autora de mais de 100 livros dedicados aos mais novos.
"O talento e a singularidade de Maria Alberta Menéres devem também ser recordados pela sua obra infantojuvenil. Foi através do seu Ulisses (1970) que muitas crianças e jovens tiveram o primeiro contacto com o grande clássico homérico. A sua obra nesta área foi, aliás, reconhecida, no seu conjunto, com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens", lembra ainda Graça Fonseca.
No escalão infantojuvenil, assinou ainda a coleção 1001 Detetives, com Natércia Rocha e Carlos Correia, além de ser autora de obras como Um Peixe no Ar ou Um Camaleão na Gaveta.
Dirigiu a programação infantil e criou o 'Pirilampo Mágico'
De 1974 a 1986, dirigiu o Departamento de Programas Infantis e Juvenis da RTP. Em 1986
recebeu também o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, pelo conjunto da sua obra literária. Nos anos 1990, seria nomeada Provedora da Justiça das Crianças.
Maria Alberta Menéres foi também a criadora do 'Pirilampo Mágico', a convite de José Manuel Nunes, para a RDP/ Antena 1. Durante seis anos escreveu as letras das canções dessa campanha solidária, que dura até hoje (...)
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quinta-feira, 11 de abril de 2019
domingo, 7 de abril de 2019
quinta-feira, 4 de abril de 2019
“500 anos do Foral da Maia - O Foral da Maia Viaja”
A exposição “O FORAL DA MAIA VIAJA” propõe-nos um percurso pelos Forais e pela sua história, desde os que foram conferidos pelos nossos primeiros monarcas até aos que foram outorgados pelo rei D, Manuel I, após uma ampla reforma daqueles documentos, com destaque para o Foral da Maia dado a 15 de dezembro de 1519.
Com imagens, textos e quadros, procura-se fazer compreender a estrutura, o modo de funcionamento e a importância destes documentos para o despontar de um novo esquema administrativo do território nacional, que só viria a alterar-se na primeira metade do século XIX com a reforma de Mouzinho da Silveira.
Boa viagem…
De 28 de setembro de 2019 a 31 de dezembro de 2021 estará patente no Museu de História e Etnologia da Terra da Maia uma grande exposição sobre este tema dos 500 Anos do Foral da Maia.
Visita obrigatória!
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sexta-feira, 8 de março de 2019
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Dia do Professor
Se não houvesse espelhar de olhos no primeiro dia de aulas, ser professor não seria um sonho.
Se um fio de beleza não pudesse soltar-se daqueles dedos, daquelas vozes cantoras, daqueles corpos em movimento, ser professor não seria um sonho.
Se nunca um verso ganhasse asas no fresco dos seus lábios, ser professor não seria um sonho.
Se um livro, uma pintura, um ambiente virtual ou um filme não abrissem uma porta até então fechada, ser professor não seria um sonho.
Se o tédio não pudesse emagrecer, ser professor não seria um sonho.
Se o saber não construísse pessoas melhores, ser professor não seria um sonho.
Se Arte e Jogo, Língua e Ciência não pudessem ser nomes próprios, nobres palavras, ser professor não seria um sonho.
Se um certo olhar não sorrisse ao conseguir ler pela primeira vez uma frase, fazer uma descoberta, resolver um problema, ser professor não seria um sonho.
Se um rosto não se iluminasse ao ouvir “muito bem!”, “está bem visto!”, “um passe perfeito!”, ser professor não seria um sonho.
Se uma mão negra e outra branca e outra morena não pudessem tocar-se, ser professor não seria um sonho.
Se várias cabeças não conseguissem pensar melhor do que uma, ser professor não seria um sonho.
Se o silêncio e o asseio, a sobriedade e a ordem não pudessem ser aprendidos, ser professor não seria um sonho.
Se o medo e a violência, a solidão e a pobreza não pudessem ser combatidos, ser professor não seria um sonho.
Se justiça e democracia, fraternidade e autoridade não pudessem ser aprendidas, ser professor não seria um sonho.
Se na escola não pudesse germinar a paz e a entreajuda, em vez da competição, ser professor não seria um sonho.
Se a escola não ajudasse a reordenar o mundo, ser professor não seria um sonho.
Se a inteligência não pudesse guiar o sonho, se este não pudesse guiar a inteligência, ser professor não seria um sonho.
Quando nas lides te iniciaste, ser professor tinha a forma de um sonho? Se não tinha, o tempo deu-lhe essa forma. Para muitos, ser professor é tornar real um sonho. O de ajudar a crescer, a fazer do mundo um lugar melhor para se viver.
E não há ofensas, nem indignidades – provindas de efémeros poderes –, nem rankings, nem propagandas capazes de matar esse sonho.
Nem distâncias, nem sacrifícios, nem desassossego, nem noites em claro…
Sem vozes de crianças e jovens à tua volta, sem humana relação, ser professor não seria um sonho.
João Pedro Mésseder, no Dia do Professor 2018
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Ler é um prazer!

Aos Leitores
Ler é um prazer. Mas só para alguns. Para quem cresceu entre livros, por exemplo, e conquistou, a cada página lida, o gosto pela leitura. Ao mesmo tempo, descobriu que cada livro guarda dentro outros mundos, outras pessoas, outros lugares, outros tempos, outras memórias, outras formas de ser, de estar, de sentir, de comunicar, de rir... E essa descoberta, intimamente ligada à preservação da capacidade de espanto que caracteriza a infância, terá sempre alimentado a vontade de continuar a ler. Por prazer, não por obrigação.
Não é muito diferente do que acontece com outras atividades que preenchem o nosso quotidiano, como comer ou fazer exercício físico. Comer pode ser um prazer, para quem desde cedo aprendeu a distinguir o sabor dos alimentos; fazer exercício físico também pode ser um prazer, para quem cresceu a fazer cambalhotas e pinos, a jogar à bola e a correr atrás dos amigos. É certo que todas estas atividades, sendo à partida naturais, implicam depois uma decisão e uma prática. No caso da leitura, essa decisão e essa prática dependem, muitas vezes, de quem nos rodeia: das famílias, dos amigos, dos professores... Se quem nos rodeia tiver a capacidade de nos contaminar com boas leituras, leituras que alimentem a nossa curiosidade e estimulem a nossa imaginação, de certeza que cresceremos leitores.
É também esse o momento em que se torna fundamental o papel do Plano Nacional de Leitura, fornecendo coordenadas para que a leitura se torne um prazer, isto é, sugerindo livros capazes de entusiasmar não apenas os que já são leitores, como aqueles que ainda não são. Funciona como um mapa, útil em qualquer viagem, sobretudo em viagens por territórios desconhecidos, e pode ser usado para orientar leitores de todas as gerações. Assim como para dar pistas para que as famílias e os professores saibam o que partilhar com os leitores mais novos, e até entre si.
Essa troca — de professores com alunos, de famílias com professores, de pais com filhos — é essencial para formar leitores e para, no meio das dezenas de livros que são diariamente publicados em Portugal, distinguir os melhores. Só deste modo será possível criar uma rede em que os livros, escolhidos por especialistas, possam circular pelas mãos dos leitores, os que já o são e os que se tornarão. A leitura implica essa prática. E essa conquista.
Com os melhores cumprimentos,
(Teresa Calçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura 2027)
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Projeto "NEMESIS"
Apresentação do projeto “NEMESIS – Aliando a Educação à Inovação Social”, um consórcio constituído por 14 parceiros de 7 países europeus atualmente envolvidos na conceção e desenvolvimento de um novo modelo educativo, cujo objetivo principal é fazer dos alunos e alunas de todos os níveis de ensino da escolaridade obrigatória os inovadores sociais de que a Europa precisa para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. O NEMESIS pretende ligar comunidades de aprendizagem a experiências de inovação social concretas que acontecem no terreno. No centro do modelo NEMESIS está a experimentação e a interação com as organizações e empresas, com ou sem fins lucrativos, que já fazem a inovação social acontecer. Esta realidade será possível através da criação de uma vasta rede europeia de especialistas em inovação social, dispostos a interagir com os alunos, facilitando assim a aprendizagem interdisciplinar e intergeracional.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Educação, Artes e Bibliotecas
A Comissão Nacional da UNESCO e a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim promovem, na tarde de 22 de maio de 2018, a conferência “Educação, Artes e Bibliotecas”, a ter lugar na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto.
A conferência visa debater o papel das bibliotecas públicas e das bibliotecas escolares na promoção da educação artística e tem como público alvo bibliotecários, docentes, artistas e mediadores culturais envolvidos em projetos educativos.
Esta iniciativa integrará a celebração da Semana Internacional da Educação Artística, que decorrerá de 21 a 27 de maio. Durante toda a semana acontecem ainda, em várias instituições do concelho, atividades paralelas que oportunamente serão divulgadas.
Para inscrições e consulta de informação ver: Conf_UNESCO_programa_provisorio_final
Formulário de inscrição: https://goo.gl/forms/tKJoF02ZYRuPw5Lm2
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Estilos Arquitetónicos
No âmbito do projeto "Internacionalizar, Articular e Inovar", a nossa escola foi visitada por elementos de escolas italianas e polacas.
Os parceiros tiveram a oportunidade de observar uma pequena exposição sobre "Estilos Arquitetónicos", com trabalhos realizados por nossos alunos do 4º ano de escolaridade.
Eis alguns dos trabalhos de pesquisa apresentados, os quais se inserem na Disciplina de Estudo do Meio - História.
| Torre dos Clérigos |
| Mosteiro de Alcobaça |
| O estilo Gótico |
Semana da Leitura 2018
Entre 5 e 9 de março, vamos comemorar a leitura e o leitor!
Nesta semana, convidamos escolas e entidades públicas e privadas a promoverem atividades para festejar a leitura como ato comunicativo, diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências, espaço de encontro, criativo e colaborativo.
Inspire-se nas nossas sugestões, acrescente as suas ideias, mobilize a comunidade, capte parcerias, participe com os recursos de que dispõe e promova a leitura e a escrita como objeto de prazer e liberdade.
Ler! A qualquer hora, em qualquer lugar!
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
"Reviver Anne Frank"
"Reviver Anne Frank", foi o tema do Memorial às Vítimas do Holocausto Nazi, que a Biblioteca Escolar escolheu, para o ano de 2018.
Aqui fica o testemunho, através de algumas fotografias da atividade
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Aqui fica o testemunho, através de algumas fotografias da atividade
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Opinião - A Memoshoá, um projecto pioneiro
ESTHER MUCZNIK
OPINIÃO
A
Memoshoá, um projecto pioneiro
Será
importante ainda hoje, 73 anos depois, “ensinar” o Holocausto?
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Anne Frank, Diário Gráfico
Novidade na tua Biblioteca
ARI FOLMAN, DAVID POLONSKY, ANNE FRANK
"Uma nova edição do clássico Diário de Anne Frank , adaptado a banda desenhada, que se torna mais apelativo para um público juvenil. Mantém- se fiel à narrativa original, agora ilustrada com imagens muito bem conhecidas e apelativas que humanizam as personagens apresentadas. Uma livro memorável sobre o holocausto para adultos e crianças lerem em conjunto."
Célia Pires Amaral
Escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, O Diário de Anne Frank, foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.
Todos os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. O seu diário tornar-se-ia um dos livros de não ficção mais lidos em todo o mundo, testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano.
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
12ª Edição do CNL
Poderão consultar, aqui, a versão atualizada da 12ª Edição do Concurso Nacional de Leitura.
Contamos com a vossa participação.
BOAS LEITURAS!
domingo, 21 de janeiro de 2018
27 de janeiro - Dia Internacional em memória das vítimas do Holocausto
Na sequência da Resolução 60/7 de 1 de Novembro de 2005 da
Assembleia-Geral das Nações Unidas, que estabeleceu o dia 27 de Janeiro como o
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, Portugal determinou,
nos termos do n.º 5 do artigo 166º da Constituição Portuguesa, associar-se à
comemoração internacional, lembrando e homenageando a memória das vítimas que
pereceram, assim como assumir o compromisso de promover a memória e a educação
sobre o Holocausto nas escolas e universidades, nas nossas comunidades e outras
instituições, para que as gerações futuras possam compreender as causas do
Holocausto e refletir sobre as suas consequências
[Resolução da Assembleia da República n.º 10/2010, de 2 de
Fevereiro]
A Biblioteca
reforçou o seu fundo documental com a aquisição de alguns diários e outros
livros que abordam a temática do antes, durante e depois do Holocausto.
O Boletim Bibliográfico, que se publicará brevemente, faz referência a esses e outros títulos disponíveis na BE.
O Boletim Bibliográfico, que se publicará brevemente, faz referência a esses e outros títulos disponíveis na BE.
Os títulos estão à tua espera. Assim, desejamos-te boas leituras!
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
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