Bem-vindo ao Blogue das Bibliotecas Escolares do agrupamento da Maia!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Os livros e a PAZ!
Título: Chamo-me... Teresa de Calcutá"
Autores: Carmen Gil
Sinopse: O livro começa com uma auto-apresentação. No final inclui um quadro cronológico com os principais acontecimentos da sua vida por décadas e, paralelamente, os principais acontecimentos da História, da Ciência/Técnica e das Artes/Cultura.
Poesia... para começar bem o dia!
Na biblioteca da escola depois da
guerra
montes de livros, migalhas de cultura e de beleza
juncam o chão como espigas calcadas
após a passagem de um brutal furacão.
A poeira da guerra veio pousar nos lábios
dos homens de génio. Vozes incorruptíveis
a troar por cima do espaço e do tempo.
Mas incapazes de esmagar as botas do fantasma.
Apanho o livro pouco espesso furado
por uma bala. A chaga é horrível.
Todas as folhas estão manchadas de sangue.
Abro. Leio. Não posso reter as lágrimas
quando o título vem dançar diante dos meus olhos:
«Os sonetos sangrentos de Hviezdoslav».
Julius Lenko (Eslováquia)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Os livros e a PAZ!
Título: Chamo-me... Gandhi
Autores: Lara Toro
Sinopse: O livro começa com uma auto-apresentação - «Chamo-me...Gandhi. Ao longo da minha vida, pude demonstrar que a violência é a pior forma de lutarmos pela igualdade entre os homens e as mulheres. Eu não só era contra a guerra como acreditava que o peso das palavras e os exemplos de vida são as melhores armas para combatermos o inimigo».
Autores: Lara Toro
Sinopse: O livro começa com uma auto-apresentação - «Chamo-me...Gandhi. Ao longo da minha vida, pude demonstrar que a violência é a pior forma de lutarmos pela igualdade entre os homens e as mulheres. Eu não só era contra a guerra como acreditava que o peso das palavras e os exemplos de vida são as melhores armas para combatermos o inimigo».
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Poesia... para começar bem o dia!
A vida
... é o sonho vivido;
É a luz que cega o olhar...
É um raio que passa
e nos deixa seu rasto! É uma criança a sorrir
ou a chorar.
É a água que foge dos dedos
sem alguém a conseguir agarrar!
É o sol
É o beijo
É o amor que nos liga
É a esperança
que nos leva a esperar!
Escola Preparatória de Gueifães
Janeiro de 1988
Mónica Maia, 8º ano, turma X
... é o sonho vivido;
É a luz que cega o olhar...
É um raio que passa
e nos deixa seu rasto! É uma criança a sorrir
ou a chorar.
É a água que foge dos dedos
sem alguém a conseguir agarrar!
É o sol
É o beijo
É o amor que nos liga
É a esperança
que nos leva a esperar!
Escola Preparatória de Gueifães
Janeiro de 1988
Mónica Maia, 8º ano, turma X
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Poesia... para começar bem o dia!
Capacete de soldado
só é bom quando servir
de vaso de flor,
malga de sopa
ou regador.
João Pedro Mésseder
Pequeno livro das coisas, Caminho, 2012
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Os livros e a PAZ!
Título: O Livro da Paz
Autores: Todd Parr
Sinopse: Paz é viajar para sítios diferentes. Paz é manter alguém quentinho. Paz é ter um lar. Abre este livro e descobre as diferentes formas de paz.
Poesia... para começar bem o dia!
Se os homens quisessem...
Se os homens quisessem juntar as
nações como irmãs e respeitar-se
uns aos outros,
Aí, sim, haveria paz.
Se os homens quisessem parar a guerra
e deixar de utilizar a máquina que mata
e o espírito que tortura,
Aí, sim, haveria paz.
Mas para que esses sonhos que temos
se tornarem realidade
era preciso
que os homens quisessem...
Escola Preparatória de Gueifães
janeiro de 1988
Rui Filipe Pereira, 5º ano, turma 1
Se os homens quisessem juntar as
nações como irmãs e respeitar-se
uns aos outros,
Aí, sim, haveria paz.
Se os homens quisessem parar a guerra
e deixar de utilizar a máquina que mata
e o espírito que tortura,
Aí, sim, haveria paz.
Mas para que esses sonhos que temos
se tornarem realidade
era preciso
que os homens quisessem...
Escola Preparatória de Gueifães
janeiro de 1988
Rui Filipe Pereira, 5º ano, turma 1
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Os livros e a PAZ!
Título: Lá Longe, a Paz - A Guerra em Histórias e Poemas
Autores: Manuela Fonseca, Carol Fox, Annemie Leysen, Irène Koenders
Sinopse: Este projeto, desenvolvido no âmbito do Programa Sócrates e apoiado pela União Europeia, foi iniciado por Annemie Leysen, na Flandres (Bélgica) e duas edições (neerlandesa e inglesa) foram já publicadas.
Autores: Manuela Fonseca, Carol Fox, Annemie Leysen, Irène Koenders
Sinopse: Este projeto, desenvolvido no âmbito do Programa Sócrates e apoiado pela União Europeia, foi iniciado por Annemie Leysen, na Flandres (Bélgica) e duas edições (neerlandesa e inglesa) foram já publicadas.
Professores de três países europeus, Bélgica, Reino Unido e Portugal, recolheram textos em todos os géneros literários sobre o tema da Guerra e da Paz - poemas, novelas, contos, ensaios, excertos de peças de teatro e bandas desenhadas. O resultado é esta antologia de textos, dramaticamente atual, agora publicada na língua portuguesa.
Nesta antologia a guerra é retratada através de textos escritos por jovens, para jovens e sobre jovens, tendo como horizonte a Paz. A geografia do mundo em conflito é traçada: do nazismo ao salazarismo, da Irlanda à Jugoslávia, do Ruanda a Angola, de Timor à Palestina… fazendo deste livro um excelente instrumento de trabalho, na abordagem destas temáticas, para pais e educadores.
Nesta antologia a guerra é retratada através de textos escritos por jovens, para jovens e sobre jovens, tendo como horizonte a Paz. A geografia do mundo em conflito é traçada: do nazismo ao salazarismo, da Irlanda à Jugoslávia, do Ruanda a Angola, de Timor à Palestina… fazendo deste livro um excelente instrumento de trabalho, na abordagem destas temáticas, para pais e educadores.
Poesia... para começar bem o dia!
As mãos
Com mãos se faz a paz se faz a guerra
Com mãos tudo se faz e se desfaz
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
Manuel Alegre, in “O Canto e as Armas”
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Meia-Asa
BIOGRAFIA
André Santos Oliveira nasceu na Maia em 1998 e, desde muito cedo, revelou um profundo interesse pela leitura e pela escrita, particularmente pela poesia, tendo escrito os seus primeiros poemas com apenas 10 anos. Incentivado por familiares, amigos e professores, empenhou-se em desenvolver a sua propensão para as letras e em tentar transformar o que pensa, sente e vê em versos. Assim, tem vindo a participar em vários concursos e encontros literários que lhe têm permitido partilhar a sua escrita e adquirir alguma experiência.
Atualmente frequenta o Ensino Secundário na área de Línguas e Humanidades.
SINOPSE
Meia-Asa reúne poemas que abordam de uma forma íntima e intensa descobertas, dúvidas, medos, experiências e vontades que são comuns a todos os adolescentes. O próprio título é uma metáfora da adolescência. A adolescência enquanto a fase etária em que recriámos internamente o mundo face à necessidade de refletirmos sobre tudo isto que nos envolve e que nos silenciará um dia.
Um livro que rebenta da interioridade de todos nós, porque a inquietação, o espanto e o deslumbramento são os motores da racionalidade humana. Um livro que se estende ao leitor como um testemunho, como um lembrete que recorda a importância da poesia no amor à vida.
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